segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Testemunho - A última pescaria

Ontem fui à Bienal do Livro. Aproveitei para prestigiar o trabalho da querida amiga e protetora Mariluce, responsável pelo stand da Editora IRDIN na Bienal.
 
Lá eu conheci um homem cujo nome não sei dizer. Durante um rápido colóquio, ele contou que já era vegetariano há alguns anos quando, numa pescaria, atividade que muito apreciava, ao trazer da água um peixe enganchado no anzol, ouviu da pobre criatura capturada uns guinchos fraquinhos, um choro pungente, verdadeira manifestação do sofrimento de quem sabia que a vida se acabava ali. No meio da dor do animal, a dor do homem foi despertada também. A partir dali, pescaria nunca mais na vida dele, que hoje é adepto do veganismo.
 
Apenas queria compartilhar isso com vocês.
 
Boa noite.
 
Zarela
 
"Os veganos boicotam qualquer produto de origem animal (alimentar ou não), além de produtos que tenham sido testados em animais ou que incluam qualquer forma possível de exploração animal nos seus ingredientes ou processos de manufactura.
Para o vegano, animais não existem para os humanos, assim como o negro não existe para o branco nem a mulher para o homem. Cada animal é dono de sua própria vida, tendo assim o direito de não ser tratado como propriedade (enfeite, entretenimento, comida, cobaia, mercadoria, etc). Dessa forma veganos propõem uma analogia entre especismo, racismo, sexismo e outras formas de preconceito e discriminação.
Preferem usar os termos "animais não-humanos" ou "seres sencientes", em vez de "irracionais".
Muito importante diferenciar a ideologia vegana da dieta vegetariana. Veganismo não é dieta, mas sim uma ideologia baseada nos direitos animais, que obviamente pressupõe uma alimentação estritamente vegetariana".
 

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